domingo, 18 de janeiro de 2026

O FIM DE UMA ERA?

Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth

Por Michel Sales

 

Megadeth (2026) — supostamente a derradeira cocada preta do Megadeth — chegou em janeiro com os dois pés na porta. Um disco simplesmente matador, um golpe seco no crânio de qualquer desavisado que ainda duvide da força dessa banda.

Taquipariuuu… que discaralho dos infernos. Riffs cirúrgicos, bateria descomunal na medida exata e uma agressividade que remete diretamente aos tempos mais longínquos do quarteto: Countdown to Extinction (1992), Youthanasia (1994) e Cryptic Writings (1997). Um álbum realmente animalesco, sem gordura, sem concessões.

Com uma faixa melhor que a outra, o Megadeth surge desafiando a promessa gravitacional do fim da banda — algo que, sejamos honestos, só deve acontecer quando Mustaine bater as botas (indiferente de sua "desculpa esfarrapada" já anunciada). Quanto à capa, assinada por Blake Armstrong para o 17º disco, à primeira vista ela pode parecer opaca, até pouco inspirada. Mas o conceito fala alto: Vic Rattlehead, a icônica mascote da banda, literalmente em chamas. Uma metáfora visual direta e brutal — a queima, o encerramento, o fim de algo gigantesco.

E já são mais de 40 anos do Megadeth martelando temas centrais da vida social, evocando resistências, colapsos, conflitos e futuros distópicos. A bolachinha produzida também por Chris Rakestraw, traz 11 pauladas certeiras - sendo nove assinadas por Teemu Mäntysaari (G), um feito inédito ao lado de Mustaine. Esse petardo elegante conecta ainda a fantástica “Ride The Lightning”, resgatando os tempos primordiais de Mustaine no Metallica, fechando um ciclo histórico.

No mais, disco nota 10. Dificilmente isso aqui soa como o verdadeiro fim do Megadeth — mas, se for mesmo, Mustaine fechou com chave de ouro. Desde Youthanasia não se via um trabalho tão sólido, coeso e devastador do início ao fim - surreal.

Nota: 10

FAIXAS

1. Tipping Point

2. I Don't Care

3. Hey, God?!

4. Let There Be Shred

5. Puppet Parade

6. Another Bad Day

7. Made to Kill

8. Obey the Call

9. I Am War

10. The Last Note"

11. Ride the Lightning (Metallica) - (faixa bônus)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

SLAYER TRIBUTO PROJECT

Marcello Pompeu apresenta tributo visceral aos mestres do Thrash Metal e abre agenda para grandes shows em 2026

Por Michel Sales

 

Um dos nomes mais respeitados do metal extremo brasileiro, Marcello Pompeu, vocalista histórico do Korzus, apresenta ao público o Slayer Tribute Project, um espetáculo intenso, fiel e emocional que celebra o legado de uma das bandas mais influentes da história do Thrash Metal: o Slayer.

O projeto nasce da conexão profunda entre Pompeu e a estética sonora que moldou gerações. E mais do que um show tributo, o Slayer Tribute Project promete uma experiência crua e visceral, resgatando a essência primitiva do Thrash Metal, com repertório centrado em álbuns clássicos como Reign in Blood, Seasons in the Abyss e Angel of Death, além de clássicos do próprio Korzus. A proposta é recriar, no palco, a agressividade, a velocidade e a atmosfera que transformaram o Thrash Metal em um marco definitivo do metal extremo mundial.

Esse tributo é uma vivência real, sendo o Slayer uma escola definitiva não somente para mim, mas uma banda que influenciou milhares de headbangers, e diretamente a minha identidade como vocalista e compositor. Portanto, subir ao palco com esse repertório é revisitar a raiz do que me fez seguir no metal”, afirma Marcello Pompeu.

Com uma trajetória consolidada desde os anos 1980, Pompeu é referência incontestável do Thrash Metal Nacional. À frente do Korzus desde 1983, construiu uma carreira marcada por consistência artística, reconhecimento internacional e fidelidade absoluta ao gênero. Além de cantor e compositor, também atua como produtor musical, com destaque para o Grammy Latino conquistado em 2009, e colaborações relevantes na cena pesada brasileira, incluindo participação no projeto Sepulquarta, do Sepultura, além de produções para o Oficina G3, Torture Squad e outras centenas de bandas.

O Slayer Tribute Project foi concebido para palcos de médio e grande porte, festivais, eventos temáticos e circuitos internacionais, com produção visual impactante e performance vocal que imprime identidade própria sem descaracterizar o legado homenageado”, reforçou o vocalista.

A agenda para grandes shows em 2026 já está oficialmente aberta, com foco em festivais de metal, turnês especiais, circuitos de motociclismo e apresentações exclusivas no Brasil e no exterior. “É um projeto pensado para quem vive o metal de verdade. Ou seja, não é nostalgia vazia, é respeito, intensidade e entrega total”, finaliza Pompeu.

SERVIÇO

Slayer Tribute Project

Com Marcello Pompeu

Thrash Metal extremo

Agenda aberta para grandes shows e festivais em 2026

Contato para shows e imprensa: (95) 99158-6772 – (95) 99123-5356 - macielstsseven@gmail.com

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

O SATÃ


Por Michel Sales


Olá! 

Eu sou o sedutor diabo

Aquele que acende desejos

Alimenta o orgulho, infla o ego

E pinta a vaidade de ouro falso


Sim! 

Eu sou o vermelhinho

Ou a escuridão que sussurra a tentação

Liberta o engano, negocia a manipulação

Fabrica distorções, aperfeiçoa a confusão

E assina campanhas no departamento da dúvida


Pois é! 

Eu sou o satanás 

E talvez você queira me conhecer de pertinho

Enquanto coleciono falhas

Corroendo reputações espirituais

Causando tormento psicológico

Sendo a mão invisível no tabuleiro humano

Influenciando governantes, sistemas e culturas

Pressionando os bastidores com elegância burocrática


De fato 

Eu sou o demônio que não erra

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

LETRA & ARTE

Feira Literária movimenta a Pracinha do Caimbé nesta quinta

Por Michel Sales

 

Inaugurando o calendário literário de 2026, a nova edição da Feirinha Literária Letra & Arte acontece nesta quinta-feira, 15, na pracinha do Caimbé, em Boa Vista, a partir das 19h. O encontro reunirá autores, sebos, clubes de leitura e vendedores de livros novos e usados. A programação incluirá ainda bate-papo com escritores locais, espaço para troca de livros, encontro de clubes de leitura e comercialização de obras e itens literários.

Segundo a coordenadora Marcia Iully, “A iniciativa também busca incentivar o consumo da literatura regional, valorizando talentos locais por meio de sessões de autógrafos e bate-papos sobre o processo criativo dos autores”.

Entre os nomes já confirmados estão: Bruno Garmatz, João Euclides, Jacilene Cruz, Petira Maria, Willy Rilke, Michel Sales, Robson Poeta, Mariane Level, Aldenor Pimentel, Cristino Wapichana, Kamuu Dan, Maria Oliveira, Clube 3D, Francisco (artigos cristãos), Clube dos Livros, Maria Eduarda, Clube dos Livros GB, Clara Fernandes, Amanda Nobre, JL Papelaria e Variedades e Maria Rita.

O evento será realizado na nua Hercílio Cidade, nº 448 (ou pela Avenida Mário Homem de Melo, nº 4535), no bairro Caimbé.

TRANSCEDÊNCIA

 


Por Michel Sales


Deus é simplesmente inacreditável.

Não por ser complexo,

mas por ser inteiro.

Está em toda parte, a todo instante,

porque tudo o que vive é Deus.


No vento que passa,

na pedra que resiste,

no fogo que transforma,

na terra que sustenta,

no espaço sideral que silencia.


Em todo o universo.

Em tudo o que se move, respira, cresce, expande,

morre e renasce.

É Deus sendo Deus.


Formando tudo,

criando e recriando,

iniciando e encerrando ciclos.

Essa é sua face,

sua forma de inteligência e poder: pacífico e energético,

vibrante e cauteloso.


Deus maior que tudo.

Soberano sobre os planetas,

as estrelas, as galáxias,

os buracos negros.

Sobre tudo.

Um Deus imensamente gigantesco

e, ainda assim, profundamente compreensível.


Veja Deus caçando.

Veja Deus colhendo o alimento.

Veja Deus despencando em uma queda-d’água.

Veja Deus cruzando os céus em um supersônico.


Veja Deus em tudo aquilo que funciona para o bem.

Veja Deus onde quer que você esteja.

Veja Deus com os seus próprios olhos.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

COLAPSOS

Por Michel Sales


CAÓTICO 

Trump prometeu enfrentar o narcotráfico na Venezuela, mas, na prática, limitou-se a garantir o controle do petróleo, deixando intacto o regime chavista — corrupto, ditatorial e sustentado por militares envolvidos em assassinatos e por lideranças do tráfico de drogas e de pessoas. 

A classe política venezuelana precisa mudar esse cenário com urgência e assumir o controle do país o quanto antes; caso contrário, tudo continuará no velho jogo do seis por meia dúzia.

CAIU DE MADURO 

Na Idade Média, o povo bancava as guerras com impostos extorsivos. Hoje, o pedágio é outro: recursos naturais saqueados sob o verniz da geopolítica moderna.

Os Estados Unidos, por exemplo, nunca foram “mãe das nações”, sendo eles - tão somente - um império pragmático, cujo único compromisso real é permanecer no topo — econômica, política e territorialmente, onde sua moralidade é o discurso e o interesse é uma prática.

Sobre a eventual queda de Maduro com interferência norte-americana, essa tormenta poderá reativar uma agenda liberal-conservadora, destravando o turismo, investimentos e algum crescimento econômico. É o roteiro clássico do desenvolvimentismo pós-caos. Espera-se funcionar, mesmo que jamais resolva tudo.

Sabido mesmo é que regimes ditatoriais invariavelmente produzem o mesmo cardápio: corrupção institucionalizada, miséria crônica, fome, violência e drogas. Há quase três décadas, a Venezuela acumula experimentos políticos fracassados, intensificado sob Maduro e alinhado ao eixo socialista/comunista que insiste em vender miséria como virtude ideológica.

Todavia, o narcotráfico no país acabou virando brecha jurídica e moral usada pelos EUA para justificar a remoção de mais um usurpador incompetente e corrupto, sobretudo, reforçando a busca pelo petróleo e cagando para a inutilidade da nação que não tem coragem para prosperar, fator que o povo norteamericano abomina.

No mais, o sistema opressor de esquerda costuma impor um medo medonhamente autoritário e covarde, assim operando como projeto político de distorção psicológica coletiva: ignorando fatos, romantizando fracassos, chamando colapso de resistência. Nem Freud, se estivesse vivo, explicaria tamanha negação da realidade.

Por fim, os EUA provavelmente seguirão, como sempre, com sua política de “combate às drogas” seletiva, mas funcional aos seus interesses. Já os países que fingirem que esse problema não existe, continuarão afundando junto com ele. Portanto, que o brasileiro de bem não seja ingênuo demais, pois o narcotráfico já se entranhou na política nacional há muito tempo, com a simbiose entre crime organizado e poder tão evidente — e certos partidos, como o PT, não estão apenas próximos do problema, mas atolados até o pescoço.

FALTA DE HONESTIDADE 

É impressionante como o próprio brasileiro contribui para a desvalorização da sua moeda, enfraquecendo o poder econômico do real. Diferentemente dos norte-americanos, por exemplo, que tratam o dólar como um instrumento sólido de compensação e confiança, enquanto aqui a moeda é constantemente desprestigiada.

No Brasil, a corrupção também assola o país por todos os lados, num efeito cascata que começa na justiça, passa pela política e chega até o mais pobre. Já tornou-se um traço cultural, difícil de romper dentro de um sistema viciado e conivente.

E vide mais essa: recentemente, uma colega evangélica — que também se apresenta como pastora — me enviou uma mensagem pedindo cem reais para “somar” na compra de cestas básicas. Se eu fosse mais um desavisado, teria feito o Pix e caído na conversa. 

Pelo amor de Deus — Deus virou vírgula na boca dos hipócritas, enquanto esse tipo de 'gente' também busca se promover às custas dos outros, crescer enganando, viciando os miseráveis com esmolas e ilusões. 

No mais, todo esse ciclo parece não ter fim, porque falta respeito, reflexão, sensibilidade verdadeira e, sobretudo, valorização ética e econômica. Quer doar, doe pra quem toca o teu coração! Deus está em toda parte, e é melhor confiar n'Ele!

SALVE-SE QUEM PUDER

Ano eleitoral é o período em que voltam a proliferar, nas redes sociais, as farsas travestidas de pesquisas de intenção de voto. Conteúdos amplamente patrocinados por estruturas ligadas ao sistema corrupto — em especial setores da esquerda — passam a circular como se fossem retratos fiéis da realidade, quando na verdade são narrativas fabricadas para sufocar a consciência popular e vender ao mundo uma imagem que não corresponde ao que o povo brasileiro vive no dia a dia.

O que se vê, de fato, é uma corrupção generalizada envolvendo o Centrão, o PT e o STF, corroendo as bases institucionais do país e aprofundando a crise de representatividade. Diante desse cenário, torna-se urgente que a população exerça autocrítica e atue de forma ativa no enfrentamento dessa engrenagem politiqueira e destrutiva, especialmente nas redes sociais. As chamadas “notícias” difundidas pelo sistema têm como objetivo ludibriar a massa enquanto recursos públicos são drenados, enfraquecendo o desenvolvimento nacional e comprometendo o futuro de gerações inteiras.

ÓDIO NAS REDES

No mundo contemporâneo, as diferenças partidárias e religiosas tornaram-se exemplos recorrentes da propagação do ódio — um sentimento intenso e complexo que nasce, sobretudo, da sensação de injustiça, perda, ameaça, humilhação ou medo.

As guerras por territórios e os conflitos mais específicos, nos quais povos e civilizações tentam romper com regimes ditatoriais, revelam um cenário em que culturas e raízes históricas vêm sendo dilaceradas em nome de um ódio persistente. Esse sentimento se espalha silenciosamente, consumindo a energia vital, endurecendo o olhar, empobrecendo a sensibilidade e aprisionando indivíduos e coletividades ao passado e às feridas que nunca cicatrizaram. O resultado são ciclos contínuos de violência interna e externa.

No campo da política mundial, sobretudo com o advento das redes sociais, observa-se um ambiente marcado por disputas passionais, em que comentários se assemelham ao comportamento de torcidas defendendo seus times favoritos. Em meio a esse cenário, a reflexão moral cede espaço a posicionamentos rasos, mesmo diante de atitudes escandalosas de representantes envolvidos em práticas corruptas. Assim, o ódio passa a alimentar discursos extremados, legitimar violências morais, simbólicas e físicas e substituir o diálogo pela hostilidade.

No entanto, o caminho mais saudável seria reconhecer a dor que dá origem a esse sentimento, buscar compreensão — e não conivência — e exercitar a empatia sem abrir mão de limites. Em essência, o oposto do ódio não é o amor idealizado, mas a consciência.

terça-feira, 25 de novembro de 2025

BRICKS WARFARE

Professor de Roraima cria jogo estratégico inspirado em guerras históricas

Por Michel Sales

 

A criatividade humana é um motor extraordinário que impulsiona a evolução ao longo das eras. Seja nas artes plásticas, na arquitetura, na engenharia, na eletrônica ou na tecnologia, as grandes ideias moldam o mundo, inspiram gerações e transformam a sociedade em movimento constante.

É assim que surgem invenções, conceitos e obras que marcam a história e redefinem o cotidiano humano. Nessa mesma trilha de pensamento inovador, o professor de Artes Visuais Saulo Rodrigues desenvolveu um jogo de militaria inspirado nos grandes conflitos mundiais. Sua criação recria cenários minimalistas, porém ricamente detalhados, utilizando figuras de ação no estilo Lego. Cada peça do jogo nasce de pesquisas históricas e referências cinematográficas presentes em filmes, séries e documentários como Operação Valquíria, O Resgate do Soldado Ryan, Bastardos Inglórios, 1914 – A Primeira Guerra, 1917, Dunkirk, Cavalo de Guerra, Até o Último Homem, entre outros.

"Bricks Warfare é um jogo estratégico de combate onde dois esquadrões duelam usando miniaturas inspiradas no estilo Lego. Antes de cada partida, os jogadores montam seus times escolhendo diferentes soldados, habilidades e equipamentos, de acordo com a estratégia desejada. As ações de ataque, defesa e movimentação são decididas com dados de seis lados, o que traz suspense, imprevisibilidade e momentos épicos a cada turno. Ao final, vence não apenas quem tem força, mas quem consegue combinar criatividade, planejamento e estratégia de forma inteligente", explicou.

A experiência proporcionada pelo jogo é imersiva e tangível: simula diferentes realidades, revela estratégias militares, destaca artefatos históricos e oferece um vislumbre da vida e das operações em bases militares. Uniformes, mapas de guerra, equipamentos de comunicação, veículos, aeronaves, armamentos e até conspirações completam o universo criado pelo professor, aproximando o jogador de um cenário histórico recriado com precisão e criatividade.

"A proposta central do Bricks Warfare é recuperar a convivência familiar e social por meio de jogos físicos. Em um cenário onde muitos jovens passam horas conectados ao universo digital, o jogo surge como uma alternativa criativa para aproximar pessoas, estimular o diálogo e promover momentos reais de lazer entre familiares e amigos. Nesse intuito, Bricks Warfare é uma experiência que une diversão, estratégia, imaginação e narrativa, resgatando o prazer de jogar lado a lado — olho no olho, riso solto e memória afetiva. Para mim e para meu filho, ele representa conexão, criatividade e tempo de qualidade compartilhado", reforçou Saulo.

No início de novembro, o jogo criado pelo professor Saulo ganhou destaque no evento promovido pelo RR Clube HQ, durante a celebração dos 85 anos do Batman, realizada na sede dos Skarn Riders Moto Clube. Na ocasião, Saulo apresentou ao público e à imprensa o funcionamento do jogo e explicou como as narrativas de guerra são incorporadas à experiência lúdica. "Durante os eventos do RR Clube HQ, inclusive nos shoppings de Boa Vista, apresentamos coleções que representam diferentes épocas, despertando a nostalgia de décadas marcantes para os colecionadores. Nosso grupo reúne uma grande diversidade de produtos, e destacar conhecimento por meio de miniaturas é parte essencial da nossa proposta", destacou.

MAIS SOBRE A CRIAÇÃO DO JOGO

O professor Saulo conta que desde criança é fascinado por action figures. “Minha paixão iniciou com soldados de plástico e os clássicos G.I. Joe. Ao longo dos anos, esse hobby evoluiu para o miniaturismo e para o interesse por jogos estratégicos. Foi quando percebi que poderia unir tudo isso — colecionismo, estratégia e convivência — em um jogo que eu pudesse compartilhar com meu filho. Ele participou de cada etapa: testou, opinou e ajudou a construir as regras. Assim nasceu o Bricks Warfare: um jogo que resgata a imaginação, fortalece vínculos e transforma qualquer mesa — ou sala — em um campo de batalha criativo e único”, comentou.

Com o passar do tempo, Saulo explica que continuou colecionando e se aprofundando no universo do miniaturismo. “Estudei temas militares, técnicas de modelagem, pintura e composição, transformando um simples hobby em uma verdadeira paixão. Assim, cada partida é única; cada cenário, uma nova história; e cada jogo, uma experiência diferente — sempre guiada pela imaginação e pelo prazer de criar juntos”, concluiu.

O FIM DE UMA ERA?

Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth Por Michel Sales   Megadeth (2026) — supostamente a derradeira cocada preta ...